domingo, 15 de março de 2009

Salada Verde


Uma boa salada sempre começa com a materia prima. Já se tornou normal encontrar soluções de salada semi-pronta, lavada. Os supermercados até cobram um pouco mais caro por elas. Agora, você tem certeza que elas realmente são bem lavadas e selecionadas?

Pior que cliente insatisfeito é cliente com celular na mão. Agora eles podem tirar fotos, filmas, gravar conversas e se tornarem disseminadores de coisas ruins sobre um produto, uma marca, um serviço, etc.

É o que fizeram com a salada abaixo. De brinde, um animalzinho verde!
Etiá controle de qualidade.

Kit Ciúmes a nova onda de provocação

Quer provocar ciúmes? Há fatores psicológicos que afetam o humor de qualquer um, é como uma necessidade básica do marketing, você pode atendê-la ou quem sabe, "criá-la".

Muitas pessoas não suportam ciúme em uma relação. Outras, já acham que um pouco pode até esquentar e reavivar um relacionamento.

Pensando no segundo grupo de pessoas, o designer Björn Frank criou um kit que ajuda seu usuário a fingir estar tendo um caso. Traces of na Imaginary Affair (Traços de um caso imaginário) é uma maleta que contêm 9 ferramentas criadas para deixar marcas de mordidas, queimaduras de carpete, de dominação, chupões e marca de unhas. Tudo para dar impressão de que a pessoa está pulando a cerca. De quebra, ainda traz amostras de perfume, batom e cabelo para serem espalhadas no corpo ou na roupa.

Segundo o site de Frank, o projeto foi inspirado por histórias de pessoas que usavam evidências falsas de estarem doentes ou se faziam de vítimas para receber atenção dos outros. Ainda segundo ele, o kit “aborda o assunto de instigar ciúmes intencionalmente em relacionamentos, que muitas vezes serve para melhorar a auto-estima ou testar a força da relação”.

Para aqueles que são a favor de um pouco de masoquismo para impulsionar o namoro/casamento, um aviso: a maleta do ciúme não está a venda.
(fonte: Galileu)

sábado, 14 de março de 2009

Cobradores de Fraque

As vezes uma solução é tão boa que cresce rapidamente. É o caso dos "Cobradores de Fraque", serviço que uniu a criatividade + processos novos + medo = marketing eficiente.

Funciona assim, a empresa disponibiliza uma série de sujeitos especializados em cobrar devedores de uma forma bem mais inteligente, específica e ’sob demanda’. Normalmente para cobradores que têm dinheiro, mas preferem não pagar. Os funcionários, vestidos de fraque (de um jeito até meio circense), visitam os devedores que já foram cobrados pelos ‘métodos tradicionais’ mas ainda assim não pagaram a dívida.

O Cobrador tem como objetivo constranger o devedor. Ele vai até sua casa, te diz alegremente que você está devendo. Se você disser que vai pagar, e não pagar, ele volta e toca a campainha de todos seus vizinhos e os avisa que você está devendo, quanto e para quem. Se for o caso, volta para o escritório e faz um intenso trabalho de pesquisa para descobrir alguns de seus contatos profissionais, potenciais clientes e parceiros, liga para todos e conta tudo sobre sua dívida e a maneira como você não a paga desde 2003. A Band fez uma matéria sobre eles:



Como um relógio pode ser atrativo

A melhor forma de poder "re-criar" a curva de um produto é "reinventá-lo". Veja abaixo como fazer isso com relógios. É a simples associação da criatividade com marketing, inovação, design, e o melhor, vira "moda". Fim de papo!

Luna Crystal Watch

O que parece ser uma pulseira muito bonita passa a ser um relógio quando dois pontos de sua superfície são tocados. As horas aparecem flutuando dentro do cristal. Parece mágica mesmo.



Fortis IQ Watch

Apontado como um relógio para quem tem um Q.I. alto, este modelo da Fortis parece normal a primeira vista, mas para ler as horas você precisa ser bom em matemática. A aparência de quadro-negro dá um toque especial ao seu desenho.


Real Crystal LED Watch

Apesar de ainda ser um protótipo, este relógio chama a atenção por usar cristais reais para mostrar as horas. Por trás deles estão LEDs que podem ter suas cores modificadas. Se um dia este relógio chegar às lojas ele será muito caro.





Cabestian Winch Tourbillion Vertical Watch

É impressionante ver este relógio que une 1.352 componentes trabalhando para dar as horas com precisão. O preço é tão espetacular quanto a aparência: 275 mil Dólares pelo modelo comum e 400 mil pelo especial, com platina e diamantes.





ORB Bracelet Watch

Lembra daqueles braceletes de plástico que faziam sucesso entre os anos 80 e 90? Esta é exatamente a proposta aqui, adicionando três linhas que marcam as horas.


MK2 Circuit LED Watch

Para quem quer ter trabalho para dizer as horas, este relógio é perfeito. Sendo composto por duas colunas de LEDs você pode ver as horas na coluna da esquerda e os minutos na da direita. Ele é muito bonito e também muito pouco funcional.

Handcuffs Watch

Algemas podem ser a maravilha ou a ruína de muita gente, mas se você quer estar sempre algemado, que tal aproveitar e ver as horas nas algemas?






TIWE OLED Concept Watch

Infelizmente este relógio ainda é um protótipo. Enquanto você não quer saber as horas os pontos ficam correndo randomicamente pela tela. Basta sacudir o aparelho que eles vão para o lugar certo mostrando que horas são.

Fonte: Toxel

Inamo: Restaurante utiliza mesas interativas 100% digitais!!!

Experiência de marca, interatividade, up to date e ainda usar a mesa como uma mesa para comer. Essa é a proposta do Inamo, restaurante asiático de Londres no SoHo.

As mesas tem as imagens projetadas do teto e os controles são feitos através de um touchpad (igual a um notebook) na mesa.

Na mesa interativa você pode escolher seu pedido no menu, sendo que cada vez que você passa o cursor em um item aparece uma representação dele no local onde seu prato ficaria. Durante a espera você pode abrir um vídeo onde é transmitida a imagem ao vivo da cozinha. Se quiser brincar um pouco existem jogos como batalha naval para serem apreciados pelos dois ocupantes da mesa.

É possível também escolher um papel de parede que ficará como toalha de mesa. Depois de comer basta abrir a conta e dividir as despesas da maneira que se achar necessário. Não se preocupe se sua familiaridade com esta nova tecnologia não for grande pois garçons estão a postos para tirar dúvidas ou até mesmo anotar seu pedido da maneira tradicional. Antes de sair a mesa pode lhe indicar os caminhos de metrô e ônibus disponíveis.

Prático, rápido e interativo. É quase um self-service digital, o garçom daqui a pouco vai só deixar a comida na mesa. Só não dá para ter acesso à internet. Senão em vez de ter mais clientes, terão muitos clientes que não vão querer sair das mesas.

A maneira de usar a tecnologia parece que é bem bolada e isso facilitará a sua disseminação. Rapidamente veremos essa tecnologia chegar ao Brasil.

Se estiver sem programa para este fim de semana em Londres, clique aqui e vá ao Imano e deixe o seu comentário.

Agora que outros serviços fazemos para que possamos aplicar o mesmo conceito?




Fonte: Gadget Lab

sábado, 7 de março de 2009

Rabiscos de Marketing no YOUTUBE


Agora você encontrará diversos filmes comerciais e vídeos sobre Marketing em um único lugar, canal RabiscosdeMKT no YouTube. Nada melhor do que experimentar um pouco do que encontrará no canal. Para começar, um vídeo da Toyota, simples, com boa associação da música e a inspiração de um item do carro, sem mesmo mostrá-lo. Aproveitem.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Sacoquinhos anti-furto de sanduíches!!!!

As vezes, o melhor de uma boa idéia é torná-la útil ou pelo menos, interessante. O designer Sherwood Forlee criou uma idéia boa para que ninguém coma o seu sanduíche. Sabe quando você deixa ele em uma geladeira compartilhada, seja no trabalho ou em outro local? Então, agora com o Anti-Theft Lunch Bags (saquinhos de lanche anti-furtos) você engana o possível comilão. Quem vai querer um lanche "mofado"???

Parece aquelas idéias de produtos como o Papel higiênico com notícias ou histórias em quadrinhos. Um pacote com 25 saquinhos sai por US$ 10,00.

Mas em inovação tem dessas, só se torna inovação se a idéia for comercializada, senão, continua sendo uma invenção e não inovação.


sábado, 28 de fevereiro de 2009

DNRB - Dia Nacional da Roupa de Baixo no Brasil

Lula Marques/Folha Imagem
Melhor que não ter praia é ter gente de roupas de baixo passeando pelas ruas. E por que não começar no meio do país. Brasília é palco pela terceira vez no ano do Dia Nacional da Roupa de Baixo, versão candanga e brasileira da 'National Underwear Day', que acontece todos os anos na Times Square, em Nova York.
Resultado? Mídia espontânea. Depois de 3 anos, a recompensa merecida.
Vamos checar tudo:
- Produto -> Roupas de baixo
- Preço -> com certeza foi de graça, produção de moda tem dessas
- Distribuição -> Brasília
- Promoção -> Esse sim, desfilar pelas ruas e pontos mais movimentados de Brasília. E por que é um ótimo lugar para esses tipos de manifestações?
1 - Onde tem políticos, tem um monte de??? Jornalistas e mais, imprensa internacional.
2 - Lugares públicos sempre chamam a atenção, principalmente se você avisá-los, ou seja, boa relações públicas, assessoria de imprensa, contatos boca-a-boca, etc.
3 - Pessoas semi-nuas em um lugar que nem tem praia é um ótimo foco de atenção alheio.
4 - Modelos gatíssimas de calcinha e sutiã sempre chamam atenção, até na LUA.
Mas deixando o velho 4P's do Marketing bruto de lado, vejam os resultados da mídia espontânea, que é um dos "suprasumos" que todo marketing deve ter.
Isso é um ótimo exemplo de que eventos bem intencionados podem se tornar bons marketing para qualquer empresa. E claro, nada se faz da noite para o dia.
E seja lá se houve ou não planejamento da dimensão dos resultados que iriam atingir, mostra claramente que tem muito mais potencial ainda não explorado. Quem sabe não está nascendo aí um movimento da parada da roupa de baixo ou o dia do Pijama!!!! Olha que bacana, dia do pijama. Todo mundo de pijama andando pelas ruas. Quem sabe um dia isso se torne realidade e iniciamos a inversão das tendências exportando o movimento para outros países, não?

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Informações Turísticas

viajou por aí e teve a necessidade de alguma informação turística? Alguma dica, alguma necessidade de saber onde fica tal lugar, como chegar ao ponto turístico X, que horas abre o mercado ou que ônibus pegar para chegar ao destino de que tanto falam? Pois é, você não é o único a ficar na mão da população local para lhe dar as informações. Ao contrário de alguns pouquíssimos lugares turísticos que possuem boa estrutura de informação turística, a maior parte das cidades brasileiras carece de uma boa estrutura de informações turísticas.
Conto com o apoio de vocês para deixar aqui registrado os locais em que existe um posto de informações turísticas da sua cidade. Mas como aqui estamos falando de Marketing, o que isso impacta? Cidade que não tem informações a um turista, faz ele ficar menos tempo, gastar menos, conhecer menos e se bobear, nunca mais voltar para a cidade, ou nem ao menos indicar a cidade. Quem nunca ficou louco atrás de um mapa da cidade em que está?

Existem alguns lugares em que esses mapas ficam. No Brasil, quando a cidade é grande você encontra essas informações estáticas (mapas, informes, guias gratuitos) nas estações centrais de rodoviárias ou aeroportos. Fora isso é como achar agulha no palheiro. Há, claro, há os famosos folhetinhos que deixam nos hotéis, muito mal explorados por sinal. Esquecem que informação é tudo em Marketing, imagine para movimentar o turismo em uma cidade. Em Londres, que não é assim uma cidade como Paris, há máquinas espalhadas pela cidade para a venda de mapas da cidade, com os principais pontos. Vejam bem, é cobrado para se ter um mapa desses. Mas você pode conseguí-los nos centros de informações e estações centrais. E no Brasil? Continuo aceitando colaborações para que me indiquem onde encontrar esses tais centros de informações turísticas. Em lugares mais turísticos podemos até contar com um kioske que indica hotéis para nós. Nosso vizinho argentino tem dois quiosques bem no centro da cidade. Em São Paulo eu nunca vi.

Fico imaginando o dinheiro que as secretarias de turismos dessas cidades brasileiras gastam para divulgar a cidade e melhorar a infra-estrutura turística, acho que esqueceram das placas ou desses centros de informações. No exterior é fácil, você, perdido, vai a um centro desses de informações turísticas e sai de lá querendo conhecer tudo quanto é coisa na cidade. Aqui, parece que se achar o quiosque de informações turísticas é como apostar na loteria, você acha que vai acertar e nunca acerta. Na estação central de Bruxelas, tem tanta gente querendo informações turísticas que locais que só vendem passagem chegam a colocar cartazes de que não informam informações turísticas. Isso é para vocês verem a quantidade da demanda que possui lá, imaginem aqui? Não é à toa que muito do turismo brasileiro para os brasileiro só cresce por agências de turismos, elas têm a informação.

Temos que aprender com as cidades estrangeiras mesmo. E isso é uma mega oportunidade. Ainda mais em tempos que cidades, como São Paulo, estão restringindo a propaganda externa. Um bom mapa ajuda a indicar não só os principais pontos, como os pontos comerciais em que o turista poderá gastar seu dinheiro com prazer, afinal, alguem vai ter que bancar. Então, em vez de cartões "MICOS" de graça, por favor, coloquem mapas de graça!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Atendimento ao cliente, internet, telefone, e-mail, o que mais?

Você já foi vitma do telefone que fica na musiquinha por horas e não é atendido? É daqueles que ao ligar para um SAC briga com as teclas para chegar até a um atendente? Gasta seus preciosos créditos de celular no atendimento ao cliente? Pois é, inúmeras empresas vendem a "capa" de uma mulher linda lhe atendendo, lhe cortejando, lhe dizendo: "Bom dia. Em que poso lhe ajudar?" Sem contar na pré-identificação por número de cliente, CPF, RG, no famoso: "Com quem estou falando?" Essa é a imagem que as empresas querem vender, se é que pensam nisso. Na verdade elas começam a pensar nisso quando já têm um telemarketing, pois ou ele surge para vender produtos ou quando a quantidade de gente que liga torna o negócio parte do telemarketing.

Mas o que as empresas deixam de pensar é que o telefone, além do contato com o cliente, geração de estatísticas, performance, resultados, é a porta de entrada da empresa para todo mundo, incluindo todo tipo de gente, empresas, governos e quem sabe E.Ts!

Um caso específico de uma provedora da internet é que ela nunca coloca o seu endereço físico, já pararam para pensar nisso? Como processar uma empresa por mal atendimento se ela não disponibiliza o endereço dela na internet? Será que é estratégico não disponibilizar o endereço da empresa? Mas tem coisa pior. Sempre que você clica em "Fale Conosco", só tem o famoso formulário ou o e-mail da empresa. Mas o tempo de resposta é lerdo. Ou padronizado, como um computador: "Obrigado por entrar em contato. Em breve retornaremos...." Ou seja, você quer falar com a empresa e:

1 - lhe tratam como número?

2 - você é mais um, acredite.

3 - você fica horas no telefone, afinal, você ganha para isso, não é?


E se fosse o tal: "Você sabe com quem está falando?"

Se fizermos um teste, tenho 100% de certeza que a maioria das grandes empresas irá pisar na bola em alguma fase do processo de fazer você chegar a quem você quer.


Exemplo:

Fiz um contato com o Terra para saber com quem falo no Sonora.

Pergunta enviada por e-mail, resposta enviada por e-mail. Mas depois de 3 trocas de e-mails, pediram para ligar no telefone através do link indicado (ou seja, nem no site eu conseguia achar).

Ligando para o telefone, encontro um problema: Qual ligar? Ok. Ligo para aqueles que estão no menu empresas. Problema típico de atendimento telefônico, espera, etc. Pedem para ligar para outro telefone (existem apenas 2 tipos de telefone no Terra, para pessoas físicas e para empresas - e para pessoas virtuais, será que tem?). Ligo para o outro telefone e me informam que devo ligar novamente para o outro telefone que tinha acabado de ligar. Resultado: AINDA NÃO CONSEGUI FALAR COM A PESSOA QUE CUIDA DO SITE SONORA. Incrível saber que alguém que trabalha no site do Sonora, ou o gerente que cuida dessa área simplesmente é "inacessível".


Sabe o que isso significa, que se eu fosse o presidente do próprio Terra, não conseguiria falar com o meu funcionário que cuida do site. Quer outra perspectiva? Se um artista que estivesse bombando lá nas rádios do nordeste, com shows com mais de 40 mil pessoas e resolvesse incluir seu disco no site do Sonora, ele não conseguiria, pelo menos não sem antes sofrer um pouco.

Imagina que a Amazon quisesse comprar o site Sonora por um estalo e resolvesse chegar aos diretores da área, isso fica só na imaginação mesmo.

Ou seja, da mesma forma que perdem contatos com clientes, pessoas reais, a porta de entrada pelo atendimento ao cliente também perdem OPORTUNIDADES de negócios. Fica a pergunta, uma empresa que vive do virtual sobreviveria no mundo real? O que se fala dentro das empresas sobre atendimento é o que fazem na prática? Pensem nisso e se não souberem a resposta, perguntem para mim!
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