Mostrando postagens com marcador Cobrança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cobrança. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de julho de 2009

De centavos a reais, mesmo proibido, empresas ganham milhões com cobrança indevida

Não é sobre definição de preços, mas são as taxas cobradas em boletos que ajudam a enriquecer as empresas. Pelo menos é assim que entende o Procon de São Paulo. A taxa de emissão de boletos é proibida, mas muitos resolveram trocar apenas o nome: custo de cobrança, boleto bancário, despesa de entrega alternativa de faturas, itens financeiros.

O disfarce é para esconder o que não poderia mais aparecer em conta nenhuma. A tal taxa é abusiva, alerta Roberto Pfeiffer, diretor do Procon de São Paulo. “É um custo que não pode ser repassado ao consumidor, cabe exclusivamente à empresa arcar com ele”.

É uma determinação tanto do Banco Central, quanto do Ministério da Justiça. Mas muitas empresas insistem em cobrar o que não podem. Em São Paulo, as financeiras são as que mais fazem isso. Elas lideram as queixas no Procon.

As taxas variam de R$ 3 a R$ 5, e mesmo que fossem centavos, o montante disso é uma montanha de dinheiro. O mais engraçado é a falta de integração nos processos. Pois se você emitir um boleto plea internet, o valor pago será o mesmo. Algumas estão até embutindo o valor no próprio serviço.

Apesar da reclamação dos consumidores, as empresas acabam embutindo os custos do boleto em seus serviços, maqueando e burlando a proibição das taxas. Melhor seria se elas não fossem discriminadas, pois os custos são claros e a cobrança será feita. Há tantas taxas que se um brasileiro de classe média que mora sozinho, calcular quando de taxas ele acaba pagando, vai se surpreender. Mas a falta de sintonia nos processos das empresas são tão grandes que alguns SACs não possuem no seu script uma solução para o problema. É o famoso, SPP (se pegar pegou). Quem paga o pato é o consumidor. As empresas que cometem essas infrações deveriam ser mais transparentes para que esse tipo de reclamação não desgastasse a imagem, os serviços e a credibilidade delas. Mas será uma briga sem fim, o pior é que quem paga é que tem que brigar por seus direitos. Como evitar isso? Cada empresa deveria pensar e solucionar em um processo simples e fácil.

Fonte: Jornal Hoje

sábado, 14 de março de 2009

Cobradores de Fraque

As vezes uma solução é tão boa que cresce rapidamente. É o caso dos "Cobradores de Fraque", serviço que uniu a criatividade + processos novos + medo = marketing eficiente.

Funciona assim, a empresa disponibiliza uma série de sujeitos especializados em cobrar devedores de uma forma bem mais inteligente, específica e ’sob demanda’. Normalmente para cobradores que têm dinheiro, mas preferem não pagar. Os funcionários, vestidos de fraque (de um jeito até meio circense), visitam os devedores que já foram cobrados pelos ‘métodos tradicionais’ mas ainda assim não pagaram a dívida.

O Cobrador tem como objetivo constranger o devedor. Ele vai até sua casa, te diz alegremente que você está devendo. Se você disser que vai pagar, e não pagar, ele volta e toca a campainha de todos seus vizinhos e os avisa que você está devendo, quanto e para quem. Se for o caso, volta para o escritório e faz um intenso trabalho de pesquisa para descobrir alguns de seus contatos profissionais, potenciais clientes e parceiros, liga para todos e conta tudo sobre sua dívida e a maneira como você não a paga desde 2003. A Band fez uma matéria sobre eles:



Blog Widget by LinkWithin