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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Estratégia: Microsoft vai abrir sua primeira loja ao lado de uma Apple Stores

Já está se tornando uma tendência. As marcas de informática estão abrindo suas lojas próprias, seja para oferecer produtos e ganhar com isso, seja para estreitar o relacionamento com os clientes e sim, aparecer no mercado. Afinal uma loja é uma mídia ambulante, uma experiência única de comunicação e interatividade.

O COO da Microsoft Kevin Turner, disse que estão planejando abrir a primeira loja da Microsoft junto às lojas existentes da Apple. Na minha opinião a estratégia é bem definida. Afinal, não existe locais, clusters ou pontos de referências na venda de produtos de informática e softwares exclusivos. Mesmo no Brasil, tirando a Santa Ifigência em São Paulo e os Varejos Info no Rio de Janeiro, não há locais consagrados impulsionados por marcas exclusivas. As lojas são genéricas e vendem todas as marcas. Podemos importar um exemplo de outro segmento, fácil de vermos no Brasil. Ao lado de todo Mcdonalds, sempre abrem-se outras lojas complementares e até concorrências pelo simples fato do Mcdonalds ter criado um "ponto" de referência e gerado um fluxo de consumidores. Agora é aguardar para ver se a Microsoft irá ser lenta na abertura de lojas em outras localidades e se terá recursos em caixa para sustentar imóveis e entrar em uma área que não conhece, gestão de lojas físicas.

Fonte: Wired

sábado, 27 de junho de 2009

Tendências, Investimentos e Prejuízos: Microsoft, Telefônica, Vale, Tata Motors

A estratégia de comprar a Jaguar e a Land Rover mais a crise mundial prejudicaram a montadora Tata Motors, que registrou o primeiro prejuízo anual em oito anos. O principal fabricante de veículos na Índia teve perdas de US$ 520 milhões. Acredito que quanto mais rápido a Tata lançar o Nano no exterior (previsto para 2010-2011), mais rápido poderá se recuperar antes que apareça um concorrente Chinês.

Em termos de tendências, a Microsoft vê forte crescimento gradual na publicidade em celulares e acredita que dentro de cinco anos, a publicidade para celulares responderá por cinco a 10 por cento dos gastos de mídia.

Já no nosso Brasil, a Telefônica antecipará investimentos de R$ 70 milhões em melhorias no Speedy. O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente Valente disse que os R$ 70 milhões já estavam previstos, dentro do orçamento total de R$ 750 milhões para a rede de banda larga, neste ano. Em 2007 a Telefônica faturou quase R$ 3 bilhões no serviço de trasmissão de dados, sendo boa parte do crescimento devido à Speedy. Isso significa apenas 2,3% do que faturou nessa área em 2007. E ainda não vi nenhuma ação de marketing e vendas da Net para suprir o mercado nesse curto espaço de tempo. Será que a concorrência não vai usar isso à seu favor?

E já não é novidade, mas o diretor executivo de Finanças da Vale, Fábio Barbosa, reafirmou ontem que o interesse da Vale nos investimentos em energia é o consumo próprio. Sozinha, a mineradora brasileira absorve 4,5% de toda a energia elétrica produzida no País.
As investidas da mineradora brasileira no segmento de energia incluem ainda o projeto de carvão em Moatize (US$ 2,8 bilhões na construção de usina térmica em Moçambique, África), e investimentos em biodiesel na Região Norte do Brasil com biodiesel de óleo de Palma. Atualmente, a companhia gasta US$ 2,5 bilhões em insumos energéticos por ano, dos quais US$ 700 milhões para adquirir 1 bilhão de litros de diesel. Se a Vale, mesmo pelo porte, investe em energia para consumo próprio, por que outras grandes empresas não buscam o mesmo caminho? Será que faltam profissionais para gerar as soluções?

Fontes: G1, Yahoo, Último Segundo
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