08. Fanta
12. Applebee’s
13. Firefox / Firebird
17. Ford
18. Ford Fiesta
21. Barack Obama
36. XBOX
38. KFC
39. Walmart
45. Vicks
47. Amazon
Veja a lista completa em: http://wefunction.com/2008/10/50-stunning-examples-of-a-great-redesign/
Diálogos de um marketeiro
Veja a lista completa em: http://wefunction.com/2008/10/50-stunning-examples-of-a-great-redesign/
Antes de ocorrer a popularização da lâmpada pelos Estados Unidos, foi necessário construir postes para criar uma malha de transmissão da rede elétrica. Assim, a partir de um produto, criou-se um serviço. A grosso modo, podemos dizer que a Apple fez esse mesmo paralelo quando lançou o seu iPod e o seu ssitema de venda de músicas pela Internet iTunes. Nessa mesma linha, não basta ter carros elétricos, postos de energia poderão agilizar o processo de popularização dessa fonte renovável aplicada aos veículos. E não poderia ser diferente esperarmos essa estratégia logo na cidade referência em carros nos EUA, Chicago.
Quem quiser uma oportunidade de negócios como donos de postos de combustíveis e estacionamentos pagos podem comprar seu próprio poste e cobrar pela utilização. Este é um grande passo para que o carro elétrico se torne viável, um serviço essencial nessa relação já consolidada hoje pelos postos de gasolina. A Carbon Day pretende instalar mais mil postes de abastecimento nos EUA até 2011. É como uma produção em escala, quanto maior o acesso, maior a oferta, menor o preço. O Brasil, pela quantidade de sol que existe, deveria pensar melhor em suas políticas públicas para explorar melhor essas oportunidades para não ficar atrás do desenvolvimento de tecnologias de energias renováveis. Ficar só com o Álcool combustível pode se tornar viável por um tempo, mas nunca é ruim podermos diversificarmos em novas tecnologias criando carros híbridos.
Já teve a curiosidade em andar em um daqueles carrinhos elétricos? E se fosse uma mistura de uma cadeira de rodas que pudesse correr a uma velocidade raso[avel e que ainda levasse duas pessoas sentadas? A General Motors e a Segway apresentam o Personal Urban Mobility and Accessibility Project, ou P.U.M.A., um veículo para duas pessoas que se equilibra sobre duas grandes rodas como o Segway. O P.U.M.A. alcança uma velocidade máxima de 56 km/h, bem mais rápido que o Segway, e consegue andar pela mesma distância com uma carga de sua bateria de lítio.Esse produto inovador, pode deixar alguns de cabelos em pé no quesito segurança, mas o P.U.M.A. será capaz de se comunicar com outros veículos ao seu redor (V2V), reduzindo o risco de acidentes.
Se for feito com um preço interessante, quem sabe pode deixar para trás o Nano da Tata motors. Resta saber se será comercialmente viável e quando chegará ao nosso território.
Embalagens são são um desenvolvimento de muita criatividade e funcionalidade. Mas parece que agora resolveram extrapolar e acrescentar o elemento sensibilidade tátil ao aspecto do produto. Se por um lado você é primeiro a desenvolver o conceito, não tem como não usufruir de ser o "first mover". E em uma prateleira, a primeira impressão é definida em poucos segundos.Os sucos escolhidos para o desenvolvimento das embalagens foram banana, morango e kiwi, e o resultado final vocês podem conferir as imagens. Quem será o primeiro a trazer esse conceito para o Brasil e quem poderá extrapolar o conceito para outras aplicações?
Fontes: Geekologie e Toxel.
Na época do "Apagão" no Brasil, eu mesmo tinha pensando em por que não usar a força da descarga da água para gerar energia elétrica? Imaginações férteis à parte, qualquer invovação só se torna inovação se a idéia que a gerou se transformar em algo comercializável. Quem sabe agora com o “Mini Hydro Turbine”, isso não se realize. O conceito criado por Jin Woo Han da turbina elétrica, se prenderia à torneira da pia para gerar eletricidade a medida que água escorresse por ela.A Mini Hydro Turbine viria também com uma bateria interna para armazenar a energia que não fosse utilizada. O produto é apenas um conceito e não está sendo produzido comercialmente. Como toda idéia e desenvolvimento de produto, quem sabe algum brasileiro não desenvolve algo mais prático, barato, funcionamente viável e comercializável.
Estratégias de onde utilizar o conceito não faltam, banheiros de shoppings e até na própria força de jogar a água para as milhares de caixas de águas do Brasil. Bastaria instalar um na hora que a água sobe e outro quando a água desce. As energias alternativas podem ser a nova sensação da próxima geração de equipamentos. É ver para crer.
Fonte: Gadget Lab.





6. Fresh Black Winter Truffles (Itália - Trufas) US $400 por 110 gramas aproximadamente
7. Kopi Luwak Coffee (Sudeste asiático e sul da China - Café) US $229.95 por 453 gramas
8. Dom Perignon 1988 Vintage Champagne (Garrafa de vinho) US $700 a garrafa
9. Goose Foie Gras (Fígado de Ganso) $115 por 250 gramas
10. Golden Opulence Sundae (New York - sobremesa de sorvete com 23 folhas de ouro) US $1,000
11. Tieguanyin Tea (China - próximo a um chá verde) US $3,000 ou mais por 1 Kg
12. Martini on the Rock (Blue Bar no Hotel Manhattan's Algonquim) US $10,000 com direito a um diamente no fundo da taça.
Já pensou em morar em uma caixa? E o tal conceito de "out of the box", para fora da caixa, ou pensar fora da caixa. Não, não foi isso que o arquiteto japonês Jo Nagasaka e o escritório Schemata Architecture pensaram. Eles desenharam uma casa que nos faz pensar o quanto de espaço que uma pessoa precisa para viver. Ainda mais no Japão, demonstrando que o contexto sempre influencia a criatividade, os novos produtos e as novas soluções.O projeto “Paco” não oferece conforto algum. Parece o quarto branco do BBB9 brasileiro. O ambiente, em forma de cubo, tem somente 27 metros cúbicos. Dentro dele tem uma rede de dormir, mesa, pia, banheiro e chuveiro embutidos. A idéia é ser um novo conceito de casa móvel compacta (quase do tipo tabajara), mas que seria tão bacana quando às nossas favelas de 5 andares. Ótima solução para os desabrigados.
Precisam apenas adaptá-las de forma a carregá-las e a conectar com as tubulações de água e luz.
Ainda não há previsão de comercialização do Paco. Quem sabe os designers Brasileiros não pensam nisso, aproveitam a onda de construção civil e realmente dão uma contribuição para a sociedade. Seria uma ótima solução, o desafio está armado!
Que saber mais, veja mais aqui.